Proprietários

Avalie seu Imóvel

QUER SABER QUANTO VALE SEU IMÓVEL?

Tipo de Imóvel
Valor
Características
Endereço
Bairro
Cidade
Matrícula
Cartório
Nome
E-mail
Telefone
Observação
Resolva :

Institucional de Locação

Desde 1.992, a MOEDA FORTE IMÓVEIS vem prestando ótimos serviços em compra, venda, locação e administração de imóveis, sob a responsabilidade dos corretores de imóveis CARLOS RENATO KLOSS e JOSINEI ERCOLE PEREIRA.
Conhecida há 12 anos (1.992 / 2004) no bairro de Santa Felicidade e agora (DESDE 2004) localizada no bairro Ecoville, próximo ao supermercado Carrefour Champagnat e Park Shopping Barigui, em Curitiba, a MOEDA FORTE IMÓVEIS convida a todos que desejam VENDER, COMPRAR, ALUGAR, AVALIAR ou REGULARIZAR seus imóveis a fazer uma visita, ligar ou acessar nosso site.
Todos precisam de um profissional que confie: médico, advogado, dentista, mecânico....
Se você precisa de um corretor de imóveis de confiança, venha nos conhecer e tenha a certeza de que nos tornaremos grandes parceiros e amigos.
A MOEDA FORTE visa sempre o bem-estar, a satisfação e a confiança de seus clientes, com foco na honestidade e na seriedade de seu trabalho.
Teremos imenso prazer em lhe receber!
Que Jesus lhe abençoe e Nossa Senhora lhe proteja. 

Dicas de Compra

VAI COMPRAR UM IMÓVEL? VEJA AS DICAS

1) Tenha calma e pense bem. Escolha um ou mais bairros de sua preferência, tipo de imóvel e valor de investimento.

2) É importante procurar imobiliárias sérias, que trabalhem dentro da lei e regulamentadas perante o órgão fiscalizador, (poderá se informar no CRECI-PR - Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná. Rua General Carneiro, 680 - Centro / CEP: 80060-150 / Curitiba - PR / Fone: 41-3262-5505, e ter informações sobre a empresa). Busque imobiliárias que trabalhem com exclusividade os imóveis, isso é para a sua segurança.

3) Já tendo escolhido o imóvel você deverá oficializar/formalizar a proposta, verbalmente, por e-mail ou escrito, dependerá da forma que a imobiliária solicitar. Se for deixar cheque de sinal, deixe como caução, que fique vinculada a liberação para depósito ao parecer do cartório que irá fazer a escritura de que está tudo certo com as certidões (negativas), tanto do imóvel quanto as do vendedor ou vendedores.

4) Neste Recibo de Sinal de Negócio ou Contrato de Sinal de Negócio, seja qual for o nome dado, pois será o documento que valerá até o desfecho final, assinatura da escritura definitiva de compra e venda ou contrato no banco, etc, se certifique em fazer constar todos os dados da negociação, descrição do imóvel, dados do documento do imóvel, valor total do negócio, forma exata e condições de pagamento, descrição do imóvel, detalhes, móveis e tudo o que fica no imóvel faça relacionar neste contrato. Há um velho e muito atual ditado que diz: “O que não esta escrito não esta dito” e vice versa, “O que esta escrito esta dito”.

5) Quanto à segurança da transação, você terá em primeiro lugar a garantia da imobiliária e em segundo lugar a garantia do cartório. O cartório é responsável em zelar pela sua compra e não é permitido por lei se fazer escritura, se houver, qualquer certidão positiva, deverá o cartório lhe comunicar e se você verificar que tal certidão não será motivo de preocupação e ônus futuro e autorizar o cartório a fazer a escritura o cartório fará, caso contrário não. (Risco Zero). A devolução do cheque deverá acontecer sem ônus nenhum para nenhuma das partes.
(Todas as custas serão por conta do comprador: Escritura / Certidões / FUNREJUS / ITBI / Registro de imóveis).

6) Aqui prevalece o velho ditado que também é bem atual: Quem não registra não é dono. É o ultimo ato da compra depois de escriturar fazer o Registro junto ao Cartório de Registro de Imóveis. Por isso é importante se registrar logo, de preferência já se informe com o cartório que fará a escritura se o mesmo não faz todo o processo até o fim, geralmente todos fazem sem custo algum a mais.

7) Pronto. Comprou o imóvel dos sonhos, ou fez o investimento tão sonhado para você e sua família. Parabéns!!! Que Deus lhe abençoe.

Dicas de Venda

VAI VENDER UM IMÓVEL? VEJA AS DICAS

1) O primeiro passo é contratar uma imobiliária ou corretor de imóveis credenciado junto ao CRECI PR, (você poderá se informar no CRECI-PR - Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná. Rua General Carneiro, 680 - Centro / CEP: 80060-150 / Curitiba - PR / Fone: 41-3262-5505, e ter informações sobre a empresa ou corretor).

2) Veja abaixo os 9 (nove) erros:
Os Nove Erros mais caros que os Proprietários cometem quando estão Vendendo seu imóvel:

Erro fatal nº 1: Preço incorreto

Todo vendedor quer ganhar tanto quanto for possível quando está vendendo sua casa, mas pedir um preço alto demais geralmente custa a ele mais que um preço baixo demais. Se o preço for alto demais, corretores podem não querer mostrar a casa e os interessados podem hesitar para fazer uma oferta, sentindo que ela é muito baixa para ser considerada. Uma super avaliação leva mais tempo para casa ser vendida, o que acarreta mais custos. E quanto mais a propriedade fica a venda, os compradores vão perdendo o interesse. Finalmente, muitas das propriedades super avaliadas são vendidas abaixo do preço de mercado. Ao invés de pedir um preço muito alto planejando baixar depois, deixe o seu corretor ajudá-lo dizendo o preço certo, o preço que sua casa pode ser vendida no mercado de hoje.

Erro fatal nº 2: Falhar na apresentação da casa

Proprietários que não fazem reparos necessários, não arrumam a casa por dentro e por fora, não retocam a pintura e o jardim, não a mantêm limpa e cuidada, afugentam compradores tão rápido quanto o corretor os trás. O potencial comprador tem que se imaginar, com sua família, já morando naquela casa, usufruindo-a sem problemas ou reformas, um bom exemplo disso nos dá os vendedores de carros usados que só expõem os seus, consertados, limpos e polidos.

Erro fatal nº 3: Não receber ajuda de um profissional

Pessoas que sempre procuram médicos para cuidar da saúde e advogados para cuidar de assuntos legais, às vezes tentam vender seu bem mais importante, sua casa, sozinhos. Porque eles não entendem tudo que o corretor faz (ou seja, tudo que eles vão ter que fazer sozinhos), e acabam arrumando um monte de problemas para resolver.

Erro fatal nº 4: Não pré-selecionar compradores

Se você regularmente abre sua porta da frente para qualquer um que passe pela sua rua, os leva para um passeio dentro da sua casa e lhes mostra todos os seus bens de valor, talvez você não ligue para a pré-qualificação rigorosa que seu corretor faz dos compradores que ele leva para ver sua casa.
É duro perguntar a um estranho quanto ele pode gastar para comprar a casa, quanto ele ganha, se o crédito dele é bom, quanto ele pode pagar por mês, quanto ele vai apurar ao vender sua casa atual, e uma dúzia de perguntas como essas. A não ser que seu corretor já tenha perguntado tudo, você deve fazer todas as perguntas antes que o comprador cruze a porta. De outro modo você terá que receber uma "procissão de compradores de domingo" que têm o sonho de um dia ter uma casa. A pré-seleção é uma coisa relativa, é claro, mas corretor tem muito mais experiência em fazer esse tipo de seleção.

Erro fatal nº 5: Não saber dos seus direitos e obrigações

A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais. Um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize, ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções de títulos errados. Assegure-se de quais atos precisam ser feitos e pagos por você.
Saber qual documentação você deve ter em ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação.
Se houver erros em sua documentação ou se sua propriedade conflitar com as restrições locais, você ou seu corretor devem corrigi-los antes da negociação, senão terá que pagar muito por essa falha.

Erro fatal nº 6: Envolver-se direta e emocionalmente nas negociações

Negociações exigem habilidades, treinamento e experiência. Às vezes o proprietário é mais habilidoso que o comprador, mas geralmente o comprador tem a vantagem de ter uma lista de casas que o interessam pelo preço justo, enquanto o vendedor só tem um a oferecer. O envolvimento direto do proprietário provoca emoções que prejudicam a habilidade de negociar e freqüentemente acabam em maus acordos, constrangimentos ou perda irremediável do negócio. Vendedores que tratam direto da negociação geralmente aceitam menores preços por medo de perder a melhor oferta que eles tiveram até então. Se o corretor não fizer o trabalho dele nas negociações você perde. E, se você fizer a negociação sozinho, prepare-se para lidar com o remorso de vendedor ( ou remorso de comprador), porque ele sempre vem.

Erro fatal nº 7: Limitação da venda e a exposição da propriedade

As únicas ferramentas de venda que o proprietário dispõe (placas de vende-se e anúncios classificados e sites gratuitos) surpreendentemente são artifícios apenas moderadamente efetivos. As placas são vistas por pessoas no caminho de casa, em sua vizinhança. Os anúncios classificados alcançam apenas as pessoas que estão lendo aquela página daquele jornal naquele dia. E se nem o vendedor nem o corretor atender ao telefone quando ele tocar, aquela mínima atividade promocional será ainda menor.
O corretor certo, além de ter uma carteira de clientes em potencial, anunciar em vários sites, colocar placa, e conhecer o melhor veículo promocional, empregará uma gama de atividades de vendas, dando ênfase aquela que achar mais apropriada para seu caso. Ele ou uma pessoa treinada da sua equipe estará sempre pronto a atender ao telefone, responder aos e-mails e tudo mais. Aliás, a maioria das ligações quando feitas são durante o horário comercial, justamente quando a maioria dos proprietários não está em casa. De outro lado, a maior parte das casas é mostrada entre 9h e 17h, de segunda a sexta feira. O corretor tem mais facilidade de marcar a hora da visita que for mais conveniente para você, sem comprometer, inclusive, o seu fim de semana.

Erro fatal nº 8: Perder a oportunidade de fechar com um comprador em potencial

Num ambiente competitivo como o mercado imobiliário um vendedor (proprietário) deve conhecer absolutamente o território. Um corretor competente conhece o mercado atual, inclusive os preços diários e as tendências de mercado. Vendedores geralmente têm um bom conhecimento do valor e da aceitabilidade de suas casas no mercado, mas compradores interessados que viram dúzias de casas naquela semana sempre conhecem mais e assim podem negociar preços por eles mesmos. Quando um comprador está pronto para comprar e pronto para pagar um preço justo, é bom você ter um corretor competente sentado ao seu lado.

Erro fatal nº 9: Escolher um "corretor" que não é corretor

O mundo está cheio de corretores que são errados para você. Desde donas de casa que vendem uma casa ocasionalmente, cabeleireiros, até vendedores de seguros que acreditam poder ter dois empregos. E seu primo Zé que precisa muito dessa comissão ou seu cunhado que está sem emprego.
Você pode ter o melhor corretor da sua cidade se você se dispuser a dedicar um pouco do seu tempo para procurar. É de crucial importância que você escolha um corretor que saiba bem o ofício. Você não pode abrir mão de uma variedade de atributos do seu corretor que vão desde uma forte capacidade de negociação para ser usada na hora certa, até competência em todas as fases da venda da sua propriedade. Certifique-se que ele tenha uma equipe treinada que possa aliviá-lo dos detalhes, deixando-o livre para promover ativamente a venda da sua casa.

Você pode conseguir saber muita coisa do seu futuro corretor fazendo-lhe toda e qualquer pergunta que vier à sua mente, mas você descobrirá muito mais se pedir para ele lhe mostrar seu arquivo de sucessos. Pergunte a ele qual sua posição entre os outros corretores da região, em números de venda. Pergunte a ele quantas casas ele vendeu este ano. Peça a ele uma lista de pelo menos cinco clientes que tenham vendido suas casas com ele (não aceite uma lista de grandes amigos dele) e ligue para cada um deles.

Fonte: site do Creci – Pr.

Moeda Forte Imobiliária Novo Conteúdo 06

Lucro Imobiliário

GANHO DE CAPITAL - LUCRO IMOBILIÁRIO

“Algumas situações em que você, ou seu cliente estão isentos do pagamento de Imposto”

Diariamente em todo o território nacional, ocorrem inúmeras operações imobiliárias. Entretanto, boa parte das pessoas não sabe que ao vender um imóvel, ou direito a ele relativo, pode estar sujeito ao pagamento de Imposto de Renda, diferente daquele que é recolhido anualmente, entre março e abril de cada ano – mas no mês subseqüente à alienação (ou venda) do bem. Vamos esclarecer que o Imposto de Renda, na verdade, só é devido quando existe o que se chama – ganho de capital. Em outras palavras, você só precisa pagar imposto de renda se vender o bem por um valor maior do que pagou por esse mesmo bem, à época de aquisição.

Nem sempre é preciso recolher imposto sobre o ganho de capital auferido, já que existem situações em que a Receita Federal isenta o contribuinte desse pagamento. Perante a legislação tributária, por exemplo, as indenizações são rendimentos isentos. Nesse contexto, a Receita Federal isenta do pagamento de imposto sobre ganho de capital devido à indenização da terra nua por desapropriação para fins de reforma agrária (conforme disposto no § 5º do art. 184 da Constituição Federal de 1988), e indenização por liquidação de sinistro, furto ou roubo ao objeto segurado.

Está isento de pagamento a alienação por valor igual ou inferior a R$ 440.000,00, do único bem imóvel que o titular possua, individualmente, em condomínio ou em comunhão, independentemente de se tratar de terreno, terra nua, casa ou apartamento, ser residencial, comercial, industrial ou de lazer, e estar localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha efetuado, nos últimos cinco anos, outra alienação de imóvel a qualquer título, tributada ou não, sendo o limite considerado em relação: (1) à parte de cada condômino ou co-proprietário, no caso de bens possuídos em condomínio, inclusive na união estável; (2) ao imóvel possuído em comunhão, no caso de sociedade conjugal.

Também está isenta do pagamento de imposto sobre ganho de capital a venda dos imóveis que foram adquiridos até 1969. O ganho de capital auferido nos casos de permuta de unidades imobiliárias em que não é feito pagamento de diferença em dinheiro também está isento de Imposto de Renda.

A partir de 16 de junho de 2005, com a edição da Medida Provisória nº 252 (chamada MP do Bem), que foi regulamentada em 21 de novembro de 2005, pela Lei nº 11.196, o ganho auferido por pessoa física residente no país na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de até 180 dias contado da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no país. A opção pela isenção de que trata este item é irretratável e o contribuinte deverá informá-la no respectivo “Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital da Declaração de Ajuste Anual”.

Preste atenção numa coisa:
a) No caso de venda de mais de 1 (um) imóvel, o prazo de 180 (cento e oitenta) dias será contado a partir da data de celebração do contrato relativo à primeira operação.
b) A aplicação parcial do produto da venda implicará tributação do ganho proporcionalmente ao valor da parcela não aplicada.
c) No caso de aquisição de mais de 1 (um) imóvel, a isenção de que trata este item aplicar-se-á ao ganho de capital correspondente apenas à parcela empregada na aquisição de imóveis residenciais.
d) O contribuinte somente poderá usufruir do benefício de que trata este item 1 (uma) vez a cada 5 (cinco) anos, contados a partir da data da celebração do contrato relativo à operação de venda com o referido benefício ou, no caso de venda de mais de 1 (um) imóvel residencial, à 1ª (primeira) operação de venda com o referido benefício.
e) Na hipótese de venda de mais de 1 (um) imóvel, estarão isentos somente os ganhos de capital auferidos nas vendas de imóveis residenciais anteriores à primeira aquisição de imóvel residencial.

Relativamente às operações realizadas a prestação, aplica-se a isenção, observada as condições precedentes:
I – nas vendas a prestação e nas aquisições à vista, à soma dos valores recebidos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda e até a(s) data(s) da(s) aquisição (ões) do(s) imóvel (is) residencial (is);
II – nas vendas à vista e nas aquisições a prestação, aos valores recebidos à vista e utilizados nos pagamentos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda;
III – nas vendas e aquisições a prestação, à soma dos valores recebidos e utilizados para o pagamento das prestações, ambos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda.
Não integram o produto da venda, para efeito do valor a ser utilizado na aquisição de outro imóvel residencial, as despesas de corretagem pagas pelo alienante.
Considera-se imóvel residencial a unidade construída em zona urbana ou rural para fins residenciais, segundo as normas disciplinadoras das edificações da localidade em que se situar.

A isenção aplica-se, inclusive:
I – aos contratos de permuta de imóveis residenciais;
II – à venda ou aquisição de imóvel residencial em construção ou na planta.
A isenção não se aplica, dentre outros:
I – à hipótese de venda de imóvel residencial com o objetivo de quitar, total ou parcialmente, débito remanescente de aquisição a prazo ou à prestação de imóvel residencial já possuído pelo alienante;
II – à venda ou aquisição de terreno;
III – à aquisição somente de vaga de garagem ou de boxe de estacionamento.

A MP do Bem também alterou o fator redutor, que é aplicado no cálculo do ganho de capital auferido com a venda de imóveis. Vale notar que o fator já era adotado na venda de imóveis adquiridos entre o período de 1969 e 1988. Nesses casos, o fator varia de 100% para imóveis adquiridos em 1969 e até 5% para imóveis comprados em 1988.

Como funciona o fator? – Por exemplo: se na venda de um imóvel comprado em 1988 o ganho de capital auferido foi de R$ 100.000,00, o que o fator redutor faz é diminuir esse montante em 5%, de forma que o ganho de capital reduz para R$ 95.000,00. Saiba que esse percentual de redução é automaticamente calculado pelo programa suporte de ganho de capital, e não precisa ser preenchido pelo contribuinte.

O que mudou com a MP? – Com a edição da MP do Bem, o fator redutor passou a ser aplicado também sobre imóveis mais novos. Pela MP, o fator aplicado será de 0,35% a.m., ou 4,20% a.a., em que o bem permaneceu sob propriedade do vendedor, desde que este cálculo não ultrapasse a data de janeiro de 1996.

Assim, por exemplo, um imóvel adquirido em junho de 2008 por R$ 100.000,00 e que foi vendido em junho de 2013 por R$ 175.000,00 não recolhe imposto sobre R$ 75.000,00. É sobre a diferença entre o valor corrigido (R$ 123.000,00) e o valor de venda (R$ 175.000,00) que o imposto é calculado. Na prática isso permite reduzir o imposto inicialmente devido de R$ 11.250,00 (ou 15% de R$ 75.000,00) para R$ 7.800,00 (ou 15% de R$ 52.000,00).

Uma situação bastante comum ocorre nos casos em que o bem ou direito não pertence a uma única pessoa, mas sim a um grupo de pessoas. Como calcular, por exemplo, o ganho com a venda de um imóvel que pertence a mais de uma pessoa. Nesse caso, o tratamento tributário vai depender de como a posse do bem é compartilhada.

No caso de bens possuídos em condomínio, o que inclui os casos de união estável, o valor da venda é calculado de acordo com a parcela pertencente a cada condômino ou co-proprietário. No caso de união estável, essa parcela é fixada em 50%.

Assim, no caso de imóvel possuído em condomínio, cada um dos condôminos está isento do recolhimento do imposto, desde que a sua parte não supere o teto de R$ 440.000,00.
O mesmo já não acontece nos casos em que os bens são possuídos em comunhão. Esse é o caso, por exemplo, das sociedades conjugais, que são estabelecidas entre casais e cujos termos variam de acordo com o regime do casamento. Nesses casos, o teto de isenção não é baseado na parte que pertence a cada um dos cônjuges, mas sim ao valor do bem como um todo.

Por fim, saiba também que o montante investido com benfeitorias realizadas no imóvel, podem ser incorporados ao valor do mesmo para cálculo do ganho de capital, ou seja, o que você fez com melhorias, tais como – reformas, aumento de área construída, acessórios fixos como armários embutidos – troca de materiais – inclusive, mão-de-obra, são computados, desde que tudo isso seja documentalmente comprovado, isto é, notas fiscais, recibos válidos, etc. Portanto, a partir de agora seja cauteloso com as benfeitorias realizadas em seu imóvel, e trate de documentar-se, pois isso lhe trará muitos dividendos no futuro. Se você for muito cuidadoso, registre também os valores pagos com impostos e taxas referentes ao registro do imóvel, pois isso também justifica e aumento no valor do bem ao longo dos anos, servindo para diminuir o ganho de capital no montante da venda. A despesa de corretagem paga ao corretor pela intermediação na aquisição do imóvel pode integrar o custo de aquisição, desde que o adquirente tenha suportado o ônus. (Art. 17, I, “c” do IN SFR nº 84/2001).

É bom comentar que estamos analisando as variáveis de isenção de ganho de capital de maneira simples. Este tema é bem complexo e cada caso requer atenção especial para sua situação. Aconselhamos procurar um especialista da área tributária quando pensar em fazer uma operação imobiliária – notadamente se você estiver na condição de vendedor.
Infelizmente, muitos profissionais que atuam na área imobiliária, não possuem conhecimento dessa matéria, ou a possuem de maneira superficial, fazendo com que haja alguns equívocos desagradáveis. (Na verdade, ser especialista neste tema não é papel do corretor de imóveis). Alguns que possuem conhecimento dessa matéria são agraciados de bom saber.

No Site da Receita Federal, você encontra o programa “Ganho de Capital”, podendo fazer um download para sua máquina gratuitamente, e lhe ajudará em muito na compreensão desse tema. Caso queira baixar o programa acesse: www.receita.fazenda.gov.br
Principal fonte de pesquisa: Receita Federal

Despesas com transferência de imóvel - Comprador

DESPESAS COM TRANSFERÊNCIA DE IMÓVEL (POR CONTA DO COMPRADOR)

1) Certidões: (em média de R$ 100,00 a R$ 150,00 por pessoa)

2) Escritura (Cartório tabelionato): ou o Contrato do Banco substitui a escritura (valor tabelado) – aproximadamente R$ 700,00 / 800,00

3) FUNREJUS (Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário): 0,20% sobre o valor do ITBI.

4) ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis): 2,4% (dois, quatro por cento) em Curitiba, sobre o “valor avaliado pela prefeitura” ou “o declarado na escritura”, sempre será cobrado sobre o valor que for maior. Este é recolhido a Prefeitura Municipal de Curitiba.
Nos outros Municípios é 2,0% (dois por cento).

5) Registro de Imóveis (Cartório de Registro de imóveis): Aproximadamente R$ 600,00 a R$ 700,00 (valor tabelado), todos os cartórios devem cobrar dentro da tabela da corregedoria.

6) Nos casos de, Doação/Usufruto/Inventário/Causa Mortis: Não se paga ITBI e sim o ITCMD (4,0%) sobre o valor atualizado. Este recolhido ao Estado do Paraná.


a) Todas essas informações de custas “o comprador” deverá consultar o cartório/ tabelionato, que irá fazer a escritura, pois geralmente fazem todo o processo até o devido registro da escritura junto ao cartório de registro de imóveis.

b) Mas aqui ira conseguir ter uma noção básica. Em casos de doação, reserva de usufruto, inventário, e outras situaões, sempre deverá ser consultado o cartório/tabelionato.

Extrato Proprietário

Moeda Forte Imóveis (function(){ var widget_id = 'exCFbNYZvD';var d=document;var w=window;function l(){ var s = document.createElement('script'); s.type = 'text/javascript'; s.async = true; s.src = '//code.jivosite.com/script/widget/'+widget_id; var ss = document.getElementsByTagName('script')[0]; ss.parentNode.insertBefore(s, ss);}if(d.readyState=='complete'){l();}else{if(w.attachEvent){w.attachEvent('onload',l);}else{w.addEventListener('load',l,false);}}})();